Com os acertos finais do capô sendo feitos, o povo da Classicos de Rey também começou a mexer na lateral.
O maior problema era a “folha” da porta, meio judiada e bamba depois de tanto “esquenta-bate-esfria” a fim de acertar a mesma. Com isso, o povo de lá resolveu trocá-la.
Feito isso, é colocar a porta no local e alinhar tudo.
Hoje eu trampei. E aproveitei para ir pegar o Karmann na oficina. Ele estava lá desde antes da Stock.
É que na correria não consegui resgatar o dito.
E tudo ficou bom. Não vaza mais óledo do câmbio, a direção não tem folga nenhuma e o velocímerto funciona legalzinho…
Comprei também dois filtos de ar novos.
Falta apenas resolver o alto barulho de escape – eu vou acabar colocando um abafador e fazendo uma saída simples do mesmo.
E, para justificar o título do post: parece-me que tem gente interessada no carrinho. E agora, José?
O capô da BMW está no lugar. Faltam detalhes de alinhamento e o acabamento. Caminhou bem.
O painel frontal – que estava quebrado, como mostrei alguns posts abaixo – também foi refeito.
Também coloquei o reforço do capô (que não tinha), que também serve de suporte às dobradiças.
Mais uma do BMW…
Ela sequer se dignou a levantar.
Nem latiu. Nada. Poderia ser eu, poderia ser um malfeitor.
Essa é Xispita (ela ainda não tem nome, na verdade). É uma cadela que também está sendo restaurada lá na Clássicos de Rey.
Ela foi atropelada, pega por um dos funileiros e acolhida na oficina. Perdeu parte do rabo, mas está bem: praticamente zero, fosse Xispita uma raridade automotiva.
É ela que deveria latir toda vez que chega alguém. Mas Xispita é assim, sossegada.
Tudo bem, a região lá também é.
É uma cadela. Logo, não mija nas rodas do BMW.
Mas, hoje, fez um cocô meio perto. Dessa vez, passa!
Povo,
Eu ainda estou triste com a etapa de São Paulo, pra ser bem sincero.
Estou tentando apagar isso pensando já em Salvador.
Achei a imagem no blog do piloto Valdeno Brito, da Stock Car, e vim dividi-la com vocês.
Não me perguntem as marchas, as velocidades nem nada mais. Só vou saber dia 7 de agosto, quando se iniciarem os treinos livres pra sexta etapa. Aí, conto em detahes tudo aqui pra vocês.
Nessa semana espero ter novidades do BMW. Posto aqui também. Abração!
Eu tô puto. E o pior, não dá pra descontar em ninguém, além de mim.
Minha largada foi uma merda, como mostra a foto a seguir. Um misto de cautela, nervosismo e de uma largada ruim do Fabinho Fogaça, que estava logo na minha frente.
Aí, meio atordoado, tomei mais uma passada no S do Senna (eu estava por dentro na segunda perna, mas abusei da cautela) e segui para a reta oposta. Contornei o lago, já passando um concorrente por dentro, quando dei de cara com outro, rodado na minha frente. Freei mas não consegui evitar o choque, que danificou a carenagem dianteira e o alinhamento do carro.
Aí, comecei a buscar posições. Na terceira volta já era o décimo e assim fiquei até a entrada do Safety-Car, na metade da prova.
Passei mais um rival e quando ia passar o outro, ele atravessou na minha frente e também não consegui evitar um leve toque. Leve, mas suficiente para quebrar ainda mais minha carenagem e colocar parte dela entre a roda dianteira esquerda e o chassi, impedindo qualquer movimento no volante. Encostei. Fim de prova. Décimo terceiro lugar, a 3 voltas do líder.
A coisa saiu melhor do que o esperado. No terceiro treino livre, consegui o sexto tempo entre os 19 carros.
Mas não fiquei completamente satisfeito. Virei uma volta voadora, no começo do treino, com referência. Aí é fácil.
Tinha ficado preocupado com o fato do meu carro perder rendimento quando esquentava – e não consegui baixar mais meus tempos.
Na classificação, com o carro frio, saí forte, abusando nas curvas e consegui o quarto tempo. Melhorei muito meu laranjinha ao frear menos e acreditar mais na capacidade de contorno do carrinho. O povo já tinha me falado isso em Brasília.
Também passei a fazer melhor o S do Senna, freando um pouco mais dentro, parando mais o carro e saindo em segunda marcha.
Nada mal, na segunda fila. Mas confesso que estou preocupado com duas coisas.
A primeira é essa queda de rendimento no carro.
A segunda é com o tempo. Ia chover o final de semana inteiro. Aí, diseram que seria só sábado e domingo. Até agora nada.
Segura essa porra aí, São Pedro.
Por enquanto.
Hoje, não choveu tudo o que estava prometido. Mas de manhã, no primeiro treino da Jr. A pista estava bem molhada e o povo teve que se virir pra virar, se é que vocês me entendem.
Eu vinha bem. Melhorando a cada volta. Mas um problema nos freios, me fizeram ter que ir para os boxes e perder os dez minutos finais do treino. O freio andava travado. Era como se eu eustivesse acelerando e freando ao mesmo tempo. Com isso, não conseguia engatar a quinta marcha em nenhuma das retas.
Resultado, fiquei com o 11º tempo, a oito segundos do primeiro.
Fiquei preocupado. O carro saía demais de frente e, mesmo antes do problema aparecer (lá pela metade do treino), eu ainda estava longe dos ponteiros.
No segundo treino, com a pista mais seca e o problema de freio resolvido, entrei mais confiante. Tive boas disputas com o Rodrigo Barone, que venceu a etapa de Brasília. Andei boa parte do treino entre os seis primeiros, mas acabei em sétimo.
Para mim, está melhor. Pelo menos percebi que o carro está legal e que vai dar para brigar pelas posições da ponta. Como a pista ainda estava meio úmida, os tempos não podem ser levados tão a sério assim. A freada para o Bico de Pato e para a Junção ainda estava ruim.
Amanhã tem o terceiro treino livre e o classificatório.
Vou tentar atualizar o mais rápido possível. quem não quiser esperar pode acompanhar tudo pelo site da Cronomap, no Live Timing.
Previsão de chuva, para sexta, sábado e domingo.
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A gente sempre ouve um monte de piloto dizer que adora correr em casa.
Eu não.
Correr em interlagos, pra mim, não é tão legal assim.
Primeiro. A inscrição. Nas etapas de Brasilia e Curitiba, desembolsei 1.200 reais. Em São Paulo é 1.510. Por quê? Nem o rapaz que recebeu meus cheques sabia explicar.
Segundo – e muito mais importante – pela dificuldade em me focar no evento. Hoje, quinta-feira, estive no autódromo, adesivando carro e fazendo a inscrição – fui pegar minha carteirinha de piloto e o macacão novo também. O telefone não parava de tocar e tique que sair de lá correndo porque tinha que voltar para o escritório. Não pude ver detalhes do carro, nem mesmo como tinha ficado o volante de camurça que levei pros caras lá montarem. O mesmo vale para amanhã. Treino e saio voando pra revista. Isso sem falar no telefone tocando nos intervalos.
Terceiro. Fico muito mais nervoso. São intermináveis os amigos que ligam pedindo credencial e querendo ir lá. Pensa que a vida de piloto da Stock Jr. é fácil? Temos quatro credenciais e um adesivo – para o piloto – estacionar o carro dentro do autódromo. Nas provas fora de São Paulo, a disputa é mínima, como pode ver o colega Humberto Gomes que foi me assistir, junto de um amigo, lá no distrito federal.
Bom, tirando isso, duas coisas legais.
Os caras da Jr. instalaram um Alfano no meu carro, graças ao volante novo, que agora comporta. Verei em tempo real meus tempos de volta. a poderei avaliar melhor minha performance de dentro do carro.
A organização informa que a corrida de domingo será transmitida em VT no mesmo dia, ao meio-dia no Speed Channel. Legal pacas. Aos meus amigo que eu, infelizmente, não puder atender com uma credencial, peço que pensem positivamente e depois assistam ao resultado.
E, convenhamos, pela TV e ao meio dia é bem mais legal que as oito da manha, debaixo de chuva.













